Street Art
Técnicas e materiais para arte urbana

Un libro de Benke Carlsson

Disponible

17,00 €

Guia do insider da arte urbana. Como produzir bombas de sementes? Como fabricar sua própria cola para cartazes? Como confeccionar canetas com tinta orgânica? Como colocar azulejos para instalações? Benke Carlsson e Hop Louie uniram seus conhecimentos aos de outros renomados artistas urbanos e compilaram, em um único volume, as principais técnicas e materiais para a produção de arte urbana. O guia que você tem em mãos funciona como uma espécie de livro de receitas – nele, você encontrará as informações necessárias para não ver sua imaginação limitada pela falta de conhecimentos técnicos. Além disso, este manual oferece uma boa dose de inspiração para você se lançar imediatamente às ruas e começar a pôr em prática toda a sua criatividade.

Descripción técnica del libro:

17 x 23cm
144 páginas
Portugués
ISBN/EAN: 9788565985987
Rústica
2014
Descripción
Descripción

Detalles

Guia do insider da arte urbana. Como produzir bombas de sementes? Como fabricar sua própria cola para cartazes? Como confeccionar canetas com tinta orgânica? Como colocar azulejos para instalações? Benke Carlsson e Hop Louie uniram seus conhecimentos aos de outros renomados artistas urbanos e compilaram, em um único volume, as principais técnicas e materiais para a produção de arte urbana. O guia que você tem em mãos funciona como uma espécie de livro de receitas – nele, você encontrará as informações necessárias para não ver sua imaginação limitada pela falta de conhecimentos técnicos. Além disso, este manual oferece uma boa dose de inspiração para você se lançar imediatamente às ruas e começar a pôr em prática toda a sua criatividade.

Benke Carlsson, fotógrafo y escritor residente en Estocolmo, es redactor de Gatukonst.se, la mayor web sobre arte urbano de Escandinavia, y autor de los libros Street Art Stockholm y Swedish Punk 1977-1981.

Índice de contenidos
Índice de contenidos
Sumário
 
Prefácio
 
Pôsteres
Como fazer seu próprio pôster
Various & Gould
Poch
Faça sua própria cola para pôsteres
Swoon
 
Adbusting
Dr D
Jack Napier
Ron English
Poster Boy
 
Estêncil
Faça um estêncil
C215
Snub23
 
Serigrafia
Serigrafia em oito passos
Serigrafia caseira
 
Adesivos
Como fazer seus próprios adesivos
Tika
 
À mão livre
Técnicas de trabalho à mão livre
Alexandre Órion
Como fazer um canetão
Lelo
ROA
Dan Witz
Fumakaka
 
Instalações
Como trabalhar com azulejos
Mark Jenkins
Tutorial para moldes com fita adhesiva
Mango e seus quadros de perler bead
Victor Marx
Magda Sayeg
Malmö Streets Project
Slinkachu
Como fazer um LED Throwie
Armsrock
 
Jardinagem de guerrilha
Jardinagem de guerrilha, como começar
Richard Reynolds
David Tracey
Grafite de musgo: receita
Como fazer uma bomba de sementes
Como plantar árvores e arbustos
Lee un fragmento
Lee un fragmento

Prefácio

WOOSTER COLLECTIVE

Para um artista urbano, o que a arte tem de mais divertido e apaixonante está em seu processo de criação, e não em uma peça finalizada. A arte urbana é, em sua essência, uma forma de arte efêmera, em que os trabalhos não são feitos para durar para sempre; sua expectativa de vida é limitada. Na verdade, a melhor arte urbana é aquela que se faz levando em consideração que, ao longo do tempo, ela será degradada e desaparecerá. E já que o artista urbano tem consciência desse fenômeno, pode-se dizer que ele experimenta uma liberdade e uma falta de controle inerentes a seu trabalho, capazes de comunicar o poder e o impacto emocional da peça que ele está produzindo. A verdadeira “mão” do artista está presente em seu trabalho e é sentida pelo espectador.

Ao longo de anos de trabalho com o Wooster Collective, conhecemos artistas que passaram semanas a fio criando uma obra de arte original para a rua, só para que essa peça fosse “exposta” por alguns minutos. Para esses artistas, porém, a conexão que eles sentiam com suas obras terminava no momento em que seu trabalho era levado às ruas e incorporado à paisagem da cidade. O prazer vem do aspecto comunitário e social de expor o trabalho em um local aberto e sem muito tempo para se preocupar com a perfeição. Os artistas urbanos mais interessantes são aqueles que trabalham para aperfeiçoar seu processo e que, ao mesmo tempo, rejeitam as armadilhas decorrentes da tentativa de ser tecnicamente perfeitos.
A criação de arte é, muitas vezes, vista como um processo solitário. A imagem que a maioria de nós tem ao pensar sobre o processo criativo é a de um artista sozinho em seu estúdio, trabalhando e retrabalhando uma peça até que esteja absolutamente perfeita. Se a perfeição não for alcançada, a tela será descartada e o artista começara a trabalhar em uma outra.

Os artistas urbanos são diferentes. Eles trabalham em locais abertos, expostos ao público. As circunstâncias (principalmente a ameaça de serem presos) fazem que eles tenham de trabalhar de forma rápida, de certa maneira, ingênua. E é justamente esse ato público de criação de arte que faz os artistas urbanos serem pessoas muito vulneráveis. Como não podem esconder as imperfeições de seu trabalho, eles se veem forçados a aceitá-las e incorporá-las. Por causa disso, nós, como espectadores, somos levados mais a fundo em uma peça, o que acaba dando origem a uma conexão emocional mais profunda.
Para nós, o fato de a arte urbana ser efêmera e de a maior parte dos trabalhos ser geralmente criada em público são o que torna esse tipo de arte tão poderoso e, em última instância, contagiante. O objetivo do artista é não ser tecnicamente perfeito. Ao contrário, é usar sua arte para abraçar as coisas que o torna “humano” e, em seguida, compartilhar essa humanidade com as demais pessoas. Isso é o que faz de nós, amantes da arte, ricos.

Marc e Sara Schiller, Wooster Collective
Nova York, Estados Unidos
Dezembro de 2009

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

La prensa ha dicho
La prensa ha dicho

Street Art

(Paulo Carvalho, Fast Food Cultural, 04/2015)

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«Mas não é só política que habita o excesso de cultura contido nas páginas de Street Art, o livro, como propõe, traz, também, arte (pasmem), e aborda os métodos artísticos contidos nele de forma tão completa que poderia certamente fazer parte daquela série de livros “para leigos”, até porque em inglês o livro recebe a titulação complementar de “Cookbook”, e ele é, definitivamente, um livro de receitas para artistas de rua (ou aqueles que almejam ser). » (Paulo Carvalho, Fast Food Cultural, 04/2015)

Street Art

(Flavio Santana, Design Culture, 05/15)

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«O livro é cheio de fotografias de diversos trabalhos. A cada estilo uma série de imagens mostra como são manifestados o senso e processo criativo no cenário urbano. A cada artista, uma nova inspiração e um novo processo.» (Flavio Santana, Design Culture, 05/15)

Street Art

(João Taboada, Visuarea, 08/15)

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«Ao todo o livro traz a abordagem de 10 tipos de técnicas, depoimentos de 22 artífices e 16 tutoriais. Interessante perceber a visão particular de cada artista sobre a sociedade, o sistema e como cada um destes percebe e reage a seu trabalho.» (João Taboada, Visuarea, 08/15)

Street Art

(Marina Gimenez, PixelShow, 01/16)

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«O livro está recheado de imagens lindas e explica passo a passo algumas das técnicas, dá o material necessário para desenvolver cada técnica e ainda contém uma pequena entrevista com vários artistas.»(Marina Gimenez, PixelShow, 01/16)

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