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Quando a fotografia é genial

Un libro de Val Williams

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Por que algumas fotografias são tão mais eficazes e poderosas do que outras? Quando a fotografia é genial analisa oitenta fotografias proeminentes, desde cópias em preto-e-branco pioneiras até as melhores obras de arte digitais de hoje. As fotografias apresentadas e discutidas neste livro foram feitas por artistas tão diversos como Alfred Stieglitz, Ernst Haas, Margaret Bourke-White, Rineke Dijkstra e Martin Parr.

A historiadora da fotografia Val Williams destaca os elementos que distinguem cada uma dessas imagens de trabalhos mais comuns, dando especial atenção a qualidades que incluem composição, cor, textura e fidelidade ao tema. Seus comentários perspicazes vão abrir seus olhos para as qualidades que definem cada época, com foco nos gêneros, que incluem retratos, paisagem, fotojornalismo, documentação social e outros.

Descripción técnica del libro:

17.7 x 12.7cm
224 páginas
Portugués
ISBN/EAN: 9788565985406
Rústica
2014
Descripción
Descripción

Detalles

Por que algumas fotografias são tão mais eficazes e poderosas do que outras? Quando a fotografia é genial analisa oitenta fotografias proeminentes, desde cópias em preto-e-branco pioneiras até as melhores obras de arte digitais de hoje. As fotografias apresentadas e discutidas neste livro foram feitas por artistas tão diversos como Alfred Stieglitz, Ernst Haas, Margaret Bourke-White, Rineke Dijkstra e Martin Parr.

A historiadora da fotografia Val Williams destaca os elementos que distinguem cada uma dessas imagens de trabalhos mais comuns, dando especial atenção a qualidades que incluem composição, cor, textura e fidelidade ao tema. Seus comentários perspicazes vão abrir seus olhos para as qualidades que definem cada época, com foco nos gêneros, que incluem retratos, paisagem, fotojornalismo, documentação social e outros.

Val Williams
Índice de contenidos
Índice de contenidos
Índice de conteúdo
 
Introdução
 
As fotografias
Trabalho
História
Beleza
Relacionamentos
O cotidiano
Lar
Conflito
O inesperado
Movimento
Exterior
 
Fotógrafos
Linha Do Tempo
Galerias
Índice
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Trecho da introdução

Introdução

Desde seus primórdios, em meados do século XIX, a fotografia enquanto meio artístico tem afetado significativamente a forma como encaramos o mundo. A ideia da semelhança “verdadeira” que a fotografia parecia produzir e os documentos fotográficos comprobatórios de indivíduos no trabalho, nas ruas, na guerra, no lazer e em casa foram os primeiros sinais de um mundo moderno em que tudo poderia — e deveria — ser registrado. Para ser eficaz, uma fotografia tem de ser bem feita: por meio da tradução daquilo que vemos, ela deve atrair a atenção. Todas as fotografias contidas neste Quando a fotografia é genial são autorais — ou seja, elas foram feitas com a intenção de produzir uma imagem eficaz, quer para o mercado da moda, para uma reportagem ou um retrato, ou para tornarem-se parte da visão poética de um corpo autodirigido de trabalho. Nesta seleção, não são atribuídos valores diferentes a categorias tão variadas. A obra do fotógrafo de moda Horst P. Horst e a do fotojornalista Weegee são tão relevantes para a discussão a respeito do trabalho da fotográfico quanto a fotografia artística de Boris Mikhailov ou Hiroshi Sugimoto, ou ainda a fotografia documental de Margaret Bourke-White ou Dorothea Lange, por exemplo. Todos os fotógrafos incluídos nesta publicação produziram um trabalho que é não apenas de uma proposta meticulosa como também ajuda a ampliar nossa compreensão sobre do que a fotografia é capaz, e sua permanente capacidade de atravessar fronteiras e definições obscuras.

Nossa apreciação de como e quando uma imagem individual funciona é determinada pelos contextos culturais em que estamos inseridos, pelo passar do tempo e pelo nosso entendimento da fotografia como um meio artístico. O registro feito por Sune Jonsson de um homem idoso que vive no remoto meio rural do norte da Suécia é emblemática de um estilo documental que tem sido fundamental para a fotografia desde a década de 1930. Outras fotografias ganham significado cultural à medida que o tempo passa: seu espaço poético é reforçado e aprofundado, e tornam-se bem-sucedidas porque levamos a elas nossa própria experiência e o contexto cultural em que vivemos. Se Nicholas Nixon tivesse tirado apenas uma fotografia das irmãs Brown, em 1975, talvez esse registro pudesse ter passado despercebido. Mas Nixon passou a fazer um retrato desse grupo de irmãs na mesma pose a cada ano, em uma série contínua. Essa repetição resulta em uma ressonância que é constantemente adicionada à fotografia original; como uma imagem individual, ela funciona bem, mas seu verdadeiro poder vem do todo do qual ela faz parte.

Fotografias obtêm sucesso quando abrem um espaço para nossa imaginação. A imagem de Garry Winogrand de visitantes em um zoológico de Nova York, tirada em 1969, trabalha em vários níveis diferentes. Estamos familiarizados com zoológicos; eles fazem parte das memórias de infância de quase todo mundo. São também um espaço intermediário, um lugar de transição, de entretenimento e espetáculo. Chegamos à imagem de Winogrand carregando memórias significativas da infância, a interação, o exotismo dos animais do jardim zoológico e a emoção do espetáculo. Sua fotografia não nos fala sobre zoológicos, mas sobre nós mesmos.

Uma boa fotografia é mais do que a soma daquilo que trazemos para ela. Ela depende da capacidade do fotógrafo de compor o quadro e utilizar o equipamento mais adequado para cada tipo de fotografia que está sendo produzido. Seu sucesso também tem a ver com o ângulo de visão, a interação com o assunto e, acima de tudo, a intenção. A fotografia de Ansel Adams, tirada em 1948, de dunas de areia ao nascer do sol no Monumento Nacional de Death Valley, Califórnia, é bem diferente daquelas que se pode encontrar, do mesmo local, em um folheto turístico ou em guias de viagem, por exemplo. Adams não está informando os espectadores sobre o lugar, mas sobre o que a fotografia pode fazer quando se confronta com o lugar. Ele sabia que tipo de imagem queria criar antes de chegar às dunas, e combinou um planejamento cuidadoso com tecnologia e visão para fazer aquela que se tornou uma imagem icônica da natureza em abstrato. Adams não se deparou simplesmente com as dunas e as fotografou; ele as procurou, sabendo que esse lugar específico poderia tornar-se o canal para suas próprias filosofias fotográficas e seu modo de ver o mundo natural. [...]

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL
 

La prensa ha dicho
La prensa ha dicho

Quando a fotografia é genial

(Eloah Cristina, conexaofotografica, 11/2014)

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«Nossa ideia não é apenas estimular a sua leitura, é também trazer um novo leque de possibilidades, com referências visuais e muita teoria bacana que nem sempre encontramos pela internet.Vamos lá?» (Eloah Cristina, conexaofotografica, 11/2014)

Quando a fotografia é genial

(Francine de Mattos, fotografeumaideia, 12/2014)

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«O pequeno e compacto livro, desses que podemos carregar pra qualquer lugar, é um tesouro pra quem gosta de fotografia. Reunindo 80 imagens dos mais importantes fotógrafos da história, o livro traz uma riqueza de detalhes que nos faz ver cada uma delas de uma forma diferente, mais crítica e profunda. Bem diagramado e organizado, o livro é dividido em dez temas: trabalho, história, beleza, relacionamentos, cotidiano, lar, conflito, o inesperado, movimento e exterior; conta com obras de Sebastião Salgado, Ernst Haas, Dorothea Lange, Ansel Adams e Cartier-Bresson» (Francine de Mattos, fotografeumaideia, 12/2014)

Quando a fotografia é genial

(Larissa, Lomogracinha.com, 04/2015)

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«A dinâmica do livro é bem interessante, apesar de ter muitas páginas, dá pra ler rapidinho. Cada foto é apresentada com as seguintes informações: intenção do fotógrafo ao fazer determinada imagem, história e contexto da foto e uma frase da entrevista feita com o autor da foto.» (Larissa, Lomogracinha.com, 04/2015)

Quando a fotografia é genial

(Redação, Atelliê Fotografia, 10/14)

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«O livro é dividido em 10 temas: trabalho, história, beleza, relacionamentos, cotidiano, lar, conflito, o inesperado, movimento e exterior.» (Redação, Atelliê Fotografia, 10/14)

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