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A banda do Pica Pau
20 divertidos amigurumis

Un libro de Yan Schenkel

Disponible

19,90 €

Você tem em suas mãos o livro para recriar os personagens da banda de crochê mais famosa e divertida que existe! Seus protagonistas são Pedro Von Dito Porco, Audrey Gazela, Hugo Morcego, Gertrude Dragão e os demais amigos do Pica Pau criados por Yan Schenkel, a designer de amigurumis mais engenhosa e espirituosa do mundo do artesanato.

Técnicas básicas: inclui o fundamental para você se iniciar no crochê, desde os pontos habituais até as técnicas mais imprescindíveis para crochetar os bonequinhos. Um livro ideal tanto para crocheteiros principiantes como para os profi ssionais!

20 amigurumis: um explorador, uma escritora gastronômica, um urbanista neorrural, uma marinheira... Mergulhe no universo Pica Pau e crie vinte bonecos de crochê, cada um com sua história original. Abra as portas para tua própria imaginação.

Padrões originais: Schenkel compartilha com todos nós os seus conhecimentos, segredos e informações detalhadas, ponto a ponto e foto a foto, de cada padrão. Impossível perder!

E quando crochetar algum amigurumi com os padrões deste livro, compartilhe suas criações no Facebook ou Instagram com a hashtag #animalfriendsofpicapau!

Descripción técnica del libro:

21 x 23cm
160 páginas
Portugués
ISBN/EAN: 9788584521319
Rústica
2018
Descripción
Descripción

Detalles

Você tem em suas mãos o livro para recriar os personagens da banda de crochê mais famosa e divertida que existe! Seus protagonistas são Pedro Von Dito Porco, Audrey Gazela, Hugo Morcego, Gertrude Dragão e os demais amigos do Pica Pau criados por Yan Schenkel, a designer de amigurumis mais engenhosa e espirituosa do mundo do artesanato.

Técnicas básicas: inclui o fundamental para você se iniciar no crochê, desde os pontos habituais até as técnicas mais imprescindíveis para crochetar os bonequinhos. Um livro ideal tanto para crocheteiros principiantes como para os profi ssionais!

20 amigurumis: um explorador, uma escritora gastronômica, um urbanista neorrural, uma marinheira... Mergulhe no universo Pica Pau e crie vinte bonecos de crochê, cada um com sua história original. Abra as portas para tua própria imaginação.

Padrões originais: Schenkel compartilha com todos nós os seus conhecimentos, segredos e informações detalhadas, ponto a ponto e foto a foto, de cada padrão. Impossível perder!

E quando crochetar algum amigurumi com os padrões deste livro, compartilhe suas criações no Facebook ou Instagram com a hashtag #animalfriendsofpicapau!

Yan Schenkel es una diseñadora y crochetista argentina. Formada en diseño industrial y diseño gráfico, comenzó a tejer crochet mientras esperaba a su hijo a la salida del colegio. En 2009 empezó a mezclar sus dibujos con la técnica tridimensional y así nació la banda de Pica Pau, hoy conocida en el mundo entero. Además de diseñar sus muñecos, ha colaborado en todo tipo de proyectos, desde la ilustración de libros infantiles hasta la creación de un anuncio de crochet en stop motion. Colabora en publicaciones como Mollie Makes, The Sewing Box y Simply Crochet.

Índice de contenidos
Índice de contenidos

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

FERRAMENTAS E MATERIAIS

Agulhas de crochê
Anatomia da agulha de crochê
Tamanhos/numeração
Conversões numéricas para as agulhas de crochê
Materiais

Fios
Fibras naturais
Fibras celulósicas
Fibras proteicas
Fibras sintéticas
Peso do fio

Outras ferramentas essenciais e materiais
Agulhas para costura ou agulhas para tapeçaria
Alfinetes
Tesouras
Marcadores de pontos
Enchimento
Características faciais

INTRODUÇÃO AO CROCHÊ

Forma de segurar a agulha e o fio (posição da mão)
Pegada de lápis
Pegada de faca
Forma de segurar o fio

Pontos
Nó corrediço
01. Ponto corrente (abreviatura: corr)
02. Ponto baixíssimo (abreviatura: pbx)
03. Ponto baixo (abreviatura: pb)
04. Meio ponto alto (abreviatura: mpa)
05. Ponto alto (abreviatura: pa)
06. Ponto pipoca (abreviatura: 3-ppc ou 5-ppc)
07. Ponto sanfona simples (ponto relevo)
Aumentos e Diminuições
Trabalhar em espiral
Crochetar ao redor da correntinha base
Mudar a cor ou emendar o fio
Jacquard
Tapeçaria (ou fio conduzido)
Finalizar o trabalho (arrematar)
Arrematar a extremidade do fio em um tecido plano
Arrematar a extremidade do fio em uma peça com enchimento
Bordado
Juntar partes (costurar)

LENDO UM PADRÃO (uma receita)
Parênteses e colchetes
Quando crochetar meus padrões (minhas receitas)

PADRÕES (Receitas)
Pedro Von Dito Porco
Hans Urso-Pardo
Murray Lontra
René Jacaré Caiman
Ramóm Burro
Lola Panda
Rosa Gueparda
Victor Sapo
George McOrnitorrinco
Marcos Quati
Audrey Gazela
Harry Lobo
Hector Rinoceronte
Charles Pica-Pau
Bonny Papagaio-do-Mar
Hugo Morcego
Marcia Alpaca
Daniel Jack Russell
Robin Unicórnio
Gertrude Dragão

AGRADECIMENTOS


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INTRODUÇÃO

Crochê, livros e um monte de ideias loucas

Naturalmente, não nasci sabendo fazer crochê. Tampouco tive a sorte de crescer em pleno auge da internet. Mas, convenhamos, tive um pouco de sorte. Cresci rodeada de lãs, fios, agulhas, lápis, cadernos e caixas repletas de maravilhosos tesouros. Minha mãe, brasileira, costumava fazer todas as atividades artesanais que ela poderia encontrar; era o final dos anos 1980 e início dos anos 1990 e, oh, surpresa: a onda de artesanato era quase a mesma que agora (mas sem Pinterest!).

Minha mãe costurava, tricotava, tecia... e até mesmo tecia cestas. Ela também crochetou um pouco, mas apenas bicos de crochê que ela colocou em absolutamente todas as toalhas que tínhamos em casa. Minha mãe costumava fazer muitas coisas, mas nunca teve paciência para ensinar. E eu não ficava quieta nem por um segundo se eu estivesse ansiosa para aprender algo novo, sou assim até hoje. Eu pegava – roubava – fios, lãs e agulhas para tentar imitar o que ela fazia. E adorava escolher as cores, combiná-las e fazer paletas de cores para projetos futuros... que nunca viram a luz do dia, mesmo assim, eu gostava muito de imaginar que não precisava de nada mais.

Até que um dia, suponho que cansada de minha insistência e da ausência, cada vez mais evidente, de seus materiais de tricô e tecelagem, minha mãe me deixou passear por suas preciosas revistas e livros. E me perdi em seus desenhos fascinantes, textos mágicos indecifráveis e as mil maravilhas que poderiam ser feitas com agulhas e fios. Com muita perseverança e um nível importante de teimosia, finalmente aprendi a tricotar com esses livros incríveis. Mas eu não aprendi a fazer crochê, uma atividade que para mim só servia para coisas pequenas e pouco interessantes na decoração da casa – coisas de mãe e avó.

Vários anos se passaram antes de eu ter um crochê nas mãos pela primeira vez. Eu estava cursando Belas Artes e tinha uma amiga que costumava fazer bolsas de crochê entre as aulas. Pela primeira vez, vi crochê como uma técnica que valia a pena aprender. Mas, para não trair meu destino, minha amiga também não teve paciência para me ensinar. Então voltei aos livros de minha mãe, dessa vez procurando a parte que sempre evitava: os intrincados desenhos, desses nós impossíveis, com nomes franceses e aplicações de gosto questionável. Então, tentando entender esses quase hieróglifos com muita perseverança (sobre teimosia, novamente), aprendi a crochetar. Eu fiz algumas bolsas naquela época, mas nunca realmente “amei” o crochê por si só, então, eu praticamente só crochetava para passar o tempo, crochetava e desmanchava para começar novamente. Eu sei, é difícil de acreditar, mas nem sempre existiram internet e smartphones.

Um dia eu estava tricotando um cachecol para meu primeiro filho e fiquei sem lã. Assim, o cachecol saiu muito curto, e não encontrando o mesmo tom de fio, crochetei algo como um botão em forma de urso. E esse foi meu primeiro brinquedo de crochê. E, ah, sortuda eu, encontrei o que eu gostava no crochê: animais de brinquedo! [...]

Copyright dos textos: os autores
Copyright da presente ediçao: Editorial Gustavo Gili SL

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